Como escalar a reciclagem de embalagens flexíveis com rastreabilidade comprovada?
O problema A Nestlé precisava escalar a reciclagem de embalagens flexíveis pós-consumo — bolachas, biscoitos, cereais, chocolates, salgadinhos, ração animal — com rastreabilidade comprovada e alinhamento às suas metas globais de reciclabilidade. O desafio era duplo: o volume era grande e os materiais eram complexos. BOPP pós-consumo não tinha mercado estruturado no Brasil — e sem mercado, não tem rastreabilidade, não tem escala e não tem certificação que sustente uma auditoria global.
Como foi feito A Yattó avaliou a viabilidade técnica e financeira do programa, identificou as rotas de reciclagem viáveis para cada tipo de embalagem flexível e criou o programa Yattó Transforma capítulo flexíveis — uma operação sistêmica que integrou cooperativas de catadores, operadores logísticos e recicladores numa cadeia com rastreabilidade de ponta a ponta. Cada tonelada coletada registrada. Cada destinação certificada.
A estratégia de engajamento foi desenhada para gerar repercussão real: de festivais de música a ONGs, o programa levou o tema da circularidade para contextos onde o consumidor estava presente — com dados reais sustentando cada comunicação.
O resultado Mais de 1.600 toneladas coletadas. Mais de R$ 1,6 milhão em renda adicional gerada para cooperativas de catadores. 14 empresas participantes. O maior programa de recuperação de BOPP pós-consumo do Brasil, com rastreabilidade comprovada e alinhamento certificado às metas globais do portfólio Nestlé.
Repercussão na mídia Site Nestlé | Conecta Verde | Embalagem & Marca | BHB Food | Investe SP | Um Só Planeta — Globo
Escala sem rastreabilidade é só volume. A Yattó entregou os dois juntos.