Como transformar embalagens flexíveis em infraestrutura urbana, engajamento de marca e estratégia regulatória?
O problema A Mars tinha metas globais de reciclabilidade do portfólio para cumprir — e embalagens flexíveis de chocolate e ração animal que precisavam de destino comprovado no Brasil. Mas o desafio era maior do que logística: como transformar essa obrigação regulatória em algo que gerasse engajamento real de consumidor, visibilidade de marca e impacto físico mensurável? E como fazer tudo isso com gerenciamento rastreável e certificação que sustentasse qualquer auditoria global?
Como foi feito
A Yattó conectou cooperativas de catadores, lojas de ração animal, recicladores, transformadores e prefeituras numa operação integrada, com gerenciamento rastreável e certificação de destinação final alinhada às metas globais da Mars. Ao mesmo tempo, desenvolveu produtos circulares concretos feitos com o material coletado — transformando as embalagens flexíveis pós-consumo em infraestrutura urbana real.
Toda a operação foi desenhada para ser comunicável: cada tonelada coletada documentada, cada etapa de transformação registrada, cada produto final rastreável até a origem.
O resultado O primeiro parque pet do Brasil construído 100% com embalagens flexíveis pós-consumo — equipamentos de praça que consumidores usam, veem e tocam. Além disso, gerenciamento rastreável com certificação de destinação final e desenvolvimento de produtos circulares diretamente integrados à estratégia de negócio da Mars no Brasil.
Reconhecimento Prêmio AMCHAM Eco (2024)
Repercussão na mídia Prêmio ECO | Diário do Comércio | G1 | Mogi Mirim SP | Conecta Verde
Quando a embalagem vira banco de praça, o impacto deixa de ser dado de relatório e passa a ser algo que qualquer pessoa pode sentar em cima.