Como incorporar PCR em escala sem comprometer qualidade, conformidade e segurança da cadeia de fornecimento?
O problema A Mosaic precisava escalar o uso de plástico pós-consumo reciclado (PCR) nos seus big bags sem abrir mão da integridade da embalagem, da conformidade regulatória ou da segurança da cadeia de fornecimento. A questão não era só técnica era sistêmica. Big bags operam em fazendas, atravessam operadores logísticos, chegam a unidades industriais. Qualquer falha de rastreabilidade ou controle de origem do material reciclado representa risco jurídico, risco operacional e risco de imagem. Incorporar PCR sem controle é pior do que não incorporar.
Como foi feito: A Yatto atuou em todas as etapas da cadeia do descarte à indústria. Mapeou e homologou fornecedores de material pós-consumo, estruturou o fluxo de consolidação e coleta, coordenou os recicladores e conectou tudo à linha de produção dos convertedores. Cada elo da cadeia foi auditado. Cada etapa, documentada. A certificação de conformidade não veio no final como um carimbo foi construída ao longo de todo o processo, com rastreabilidade contínua e evidência auditável em cada ponto.
O trabalho envolveu ainda análise técnica do material pós-consumo: potencial de valorização, nível de contaminação, tecnologias de reciclagem disponíveis regionalmente e impactos socioambientais de cada rota. Nada foi aprovado sem comprovação.
O resultado: O primeiro big bag do Brasil com mais de 50% de conteúdo reciclado completamente certificado — operacional, em escala, com segurança regulatória real e antecipação concreta ao Decreto 12.688/2025. Não como piloto. Como operação.
Reconhecimento Prêmio Grandes Cases de Embalagem – Mosaic (2024)
Repercussão na mídia Valor Econômico | Broadcast | Brasil Mineral | Folha do Cerrado