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Danone

Como estruturar uma cadeia inexistente de reciclagem para embalagens de poliestireno pós-consumo?

O problema Poliestireno pós-consumo não tinha cadeia de reciclagem no Brasil. Copinhos de iogurte, embalagens de laticínios — tudo ia para o aterro ou para o “rejeito” nas cooperativas, aquele 40% que chega mas não tem para onde ir. A Danone precisava implementar uma solução em escala para a valorização dessas embalagens, alinhada às suas metas globais de reciclabilidade. O problema era que a cadeia simplesmente não existia — e precisava ser construída do zero.

Como foi feito A Yattó criou um novo capítulo dentro do programa Yattó Transforma: estruturou o fluxo de coleta nas cooperativas de catadores, organizou o processamento e reciclagem do poliestireno e desenvolveu produtos circulares concretos feitos com o material coletado. A carteira escolar foi o primeiro produto — feita 100% de poliestireno pós-consumo, disponível para uso e para comunicação da marca.

Todo o processo foi documentado com rastreabilidade auditável: do ponto de coleta ao produto final, com certificação de conformidade em cada etapa e dados que sustentam qualquer narrativa para auditorias globais.

O resultado Mais de 150 toneladas recicladas. Mais de R$ 200 mil em renda adicional gerada para cooperativas de catadores. Três marcas apoiadoras. A primeira carteira escolar do Brasil feita 100% de poliestireno pós-consumo. Do copinho de iogurte ao display de ponto de venda — circularidade real que o consumidor vê.

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Uma cadeia que não existia. Agora existe — e é auditável.